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domingo, 15 de junho de 2014

Novidades E3 2014

O E3 terminou, e foi bem interessante. Queria ter postado mais coisas durante as apresentações, mas estive correndo muito com trabalho.

Queria colocar aqui as coisas que mais chamaram minha atenção:

1. Conferência Microsoft
A apresentação da Microsoft reforçou a reviravolta que eles deram no posicionamento e filosofia do Xbox One desde o lançamento. Ainda acho incrível uma mudança tão radical em tão pouco tempo, baseada na demanda dos jogadores.

2. Dragon Age: Inquisition
Minhas preocupações de que o Dragon Age estaria virando um jogo de ação, muito parecido com Witcher, acabaram. Além de o jogo estar muito bonito, deu pra ver que o estilo tático de combate permanece ali. Virou meu jogo mais antecipado desse ano, e por sorte deve ser lançado em cerca de 2 meses.



3. Far Cry 4
Esse vem em segundo lugar do que mais quero jogar. A série Far Cry é sensacional: mistura uma mecânica forte de tiro, um pouco de stealth, bagunça open world e gráficos de cair o queixo. No último jogo (FarCry 3), eles inda montaram uma história muito boa.
Nos consoles de nova geração, promete ser um jogão. O que vi de gameplay nesse E3 só prova que o jogo vai numa boa direção. Montar elefantes naquele cenário também é bem interessante.






4. PlayStation TV vindo para o Ocidente
Playstation Vita vai chegar nos EUA e Europa, o que significa que receberemos aqui no Brasil - seja oficialmente, ou via as lojinhas de Koreanos da Paulista.
Acho um conceito bem interessante, especialmente com remote play e o PS4. Já usei a função de remote play e ela não funciona para jogar multiplayer (você perde o bastante em tempo de resposta para ficar muito pouco competitivo), mas funciona para jogar algumas coisas no single player.
Se o preço for justo (o mesmo de uma Apple TV, que no Brasil custa R$ 400), com certeza vou abraçar.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Microsoft vai lançar um Xbox One sem Kinect

Essa notícia já está um pouco fria, mas muito trabalho me impediu de comentar mais cedo.

Finalmente, a Microsoft vai vender um Xbox One sem o Kinect no pacote. A diferença de preço deve ser de 100 dólares, ou 25% do valor. Aqui no Brasil, significaria um Xbox One por cerca de R$ 1,750.00. Acho um preço interessante para um console de última geração.

Particularmente, detesto o Kinect. Ele funciona 40% das vezes, e para ser legal deveria funcionar 90% das vezes.

Muita gente reclamou. A Microsoft relutou, mas parece ter escutado

Quando minha esposa conversa comigo enquanto jogo, já sei que em algum momento ele vai achar que ela está dando um comando e interferir no meu jogo.

As vezes cruzo a perna no sofá, e ele entende que estou esticando a mão e dando um comando. Nisso ele avança meu filme, me tira do jogo no meio do tiroteio... um saco.

Finalmente, o principal: tirando Just Dance (que brinquei por cerca de 1 mês com sobrinhos e a esposa), não tem nada interessante pra brincar no Kinect. Desenvolvedores de games preferem investir em software que funcione nas duas plataformas.

O Kinect sempre vai ser uma plataforma que abarca a base de usuários da Microsoft, e deixa de fora o maior pedaço do bolo: quem comprou o PS4. Fica difícil vender a idéia da plataforma para quem tenha algum interesse de bolar software e vender ali.

Em meio a tudo isso, chega o anúncio da Microsoft.

Câmera espiã na sala

Temos duas formas de olhar para ele.

Por um lado, fica evidente que a Microsoft mentiu quando disse que o Kinect era parte indispensável, integral da experiência com o XB1. Disseram que seria impossível pensar o sistema sem o Kinect.

Além disso, quem comprou o sistema inicialmente pode se sentir um pouco traído por ter acreditado na proposta inicial do console com Kinect: pouco tempo depois do lançamento, surge uma versão sem o brinquedo.

Se havia pouca coisa sendo lançada para Kinect, agora que a Microsoft dividiu a base instalada (o Kinect agora é um periférico, e teremos Xbox com e sem ele) devemos esperar ainda menos interesse dos estúdios independentes.

Por outro lado, tudo isso acontece cerca de 6 meses depois do lançamento do XB1. Para mim, é impressionante a velocidade com que a Microsoft se ajustou a todas as demandas do mercado.

A velocidade e ímpeto de adaptação da Microsoft impressiona, e é característica de empresas ocidentais muito dinâmicas: o esforço deve ter sido monumental para mudar tanto em tão pouco tempo.

Se for comparar com a última geração, quando a Sony estava por baixo, a diferença é gritante. A Sony, japonesa, levou anos para adaptar lentamente o PS3. Só no final da última geração de consoles eles estavam em um campo de batalha mais equilibrado.

Com a Microsoft, eles terão um console no mesmo preço do PS4 apenas 6 meses depois do lançamento. Eles trocaram de CEO e reavaliaram todos os furos de estratégia. Eles reverteram a visão que tinham do mercado e repensaram a sua proposta num intervalo muito curto de tempo.

Para isso, eu tiro o chapéu para a Microsoft.

Não se enganem, ainda detesto o Kinect e acho que eles pisaram na bola feio no lançamento do console. Mas observo, com respeito, toda essa movimentação.