O site IGN escreveu uma matéria muito interessante sobre a história dos jogos de futebol no vídeo-game.
http://www.ign.com/articles/2014/07/01/igns-history-of-football-games
Vale conferir.
- Bom divertimento
terça-feira, 1 de julho de 2014
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Fracasso
Num movimento de pouca habilidade, a equipe de Arte & Tecnologia apagou quase todas as fotos do Blog.
É um dia triste em que o Blog No Intervalo fica mais cinza.
Não há mais o que fazer. Cabeça erguida e avante!
É um dia triste em que o Blog No Intervalo fica mais cinza.
Não há mais o que fazer. Cabeça erguida e avante!
quinta-feira, 19 de junho de 2014
SteamBoy
Notícia de última hora!
Detalhes ainda são escassos, mas foi anunciado no final do E3 2014 um portátil que rodaria jogos de PC - o SteamBoy. Na verdade a notícia já tem 4 dias, mas descobri agora.
http://www.tecmundo.com.br/video-game/57923-steamboy-steam-machine-bolso.htm
O projeto parece ser bem embrionário (os caras sequer têm afiliação com a Valve), mas pode ser a tão sonhada realização de um portátil que rode a infinidade de jogos de PC oferecidos pela Valve.
Essa ambição não é nova - ano passado a Razer lançou o Projeto Fiona (hoje conhecido como Razer Edge Pro), um Tablet rodando Windows 8 com uns controles encaixados na lateral.
O brinquedo é meio esquisito, mas o conceito interessante.
http://www.razerzone.com/gaming-systems/razer-edge-pro
Por módicos US$ 1,200, e até onde sei, a coisa não pegou. Aplicando a lógica de impostos e importação, esse brinquedo custaria cerca de 5 mil reais aqui.
De qualquer forma, o objetivo principal dessa notícia é: esqueça o conselho da matéria anterior (sentar e chorar diante do que está acontecendo com o Vita). Se o SteamBoy não custar 5 mil reais, pode ser uma alternativa viável. Vamos esperar pra ver o que acontece.
Detalhes ainda são escassos, mas foi anunciado no final do E3 2014 um portátil que rodaria jogos de PC - o SteamBoy. Na verdade a notícia já tem 4 dias, mas descobri agora.
http://www.tecmundo.com.br/video-game/57923-steamboy-steam-machine-bolso.htm
O projeto parece ser bem embrionário (os caras sequer têm afiliação com a Valve), mas pode ser a tão sonhada realização de um portátil que rode a infinidade de jogos de PC oferecidos pela Valve.
Essa ambição não é nova - ano passado a Razer lançou o Projeto Fiona (hoje conhecido como Razer Edge Pro), um Tablet rodando Windows 8 com uns controles encaixados na lateral.
O brinquedo é meio esquisito, mas o conceito interessante.
http://www.razerzone.com/gaming-systems/razer-edge-pro
Por módicos US$ 1,200, e até onde sei, a coisa não pegou. Aplicando a lógica de impostos e importação, esse brinquedo custaria cerca de 5 mil reais aqui.
De qualquer forma, o objetivo principal dessa notícia é: esqueça o conselho da matéria anterior (sentar e chorar diante do que está acontecendo com o Vita). Se o SteamBoy não custar 5 mil reais, pode ser uma alternativa viável. Vamos esperar pra ver o que acontece.
Menos jogos para Vita dos estúdios da Sony
Quem acompanha esse Blog sabe que sou um grande fã de jogos portáteis - e que o PSVita tem um lugar especial no meu coração.
Dois analógicos perfeitos para jogos de tiro, gráficos excelentes em alta definição, tela OLED com brilho e cores de cair o queixo, e o pedigree da Sony para trazer suas franquias para o vídeo-game.
O PSVita lançou com Uncharted, uma franquia espetacular. Com gráficos incríveis, o Vita provou desde o começo que seria capaz de nos oferecer experiências inacreditáveis em qualquer lugar.
LANÇAMENTO DIFÍCIL
Comprei o meu no lançamento, devorei Uncharted e alguns outros jogos (Mutant Blob Attack, Gravity Rush) e fiquei esfregando as mãos em antecipação pelo que mais o Vita teria para oferecer.
Depois desse lançamento bombástico, as coisas esfriaram. Os desenvolvedores ainda desconfiavam do Vita, e alguns jogos prometidos no seu lançamento começaram a dar sinais de que jamais sairiam - especialmente porque o Vita não vendeu bem. O exemplo clássico é o Bioshock para Vita, que foi engavetado depois que a 2K viu os números de venda de Vitas.
2 ANOS ACEITÁVEIS
Até aqui minha história com o Vita tinha sido tortuosa (poucos jogos que tiram proveito de todo o potencial do console), mas aceitável. Um jogo de peso é lançado aqui e acolá, principalmente da própria Sony: Killzone, Little Big Planet, Tearaway.
Alguns experimentos foram feitos com franquias terceirizadas como Borderlands 2 e Assassins Creed - com resultados apenas razoáveis para os desenvolvedores. O cenário parecia contar cada vez mais com a Sony para carregar a bandeira de jogos de peso - que teoricamente venderiam mais Vitas, e trariam os desenvolvedores de fora uma vez que tivéssemos volume.
E, nos intervalos entre esses jogos maiores, sempre tivemos bastante jogos independentes que preenchiam o vazio de grandes jogos do Vita.
O VITA É UM CONSOLE PS3 NA PALMA DA MÃO. OPS, MUDAMOS DE IDÉIA
Essa semana, em uma entrevista ao site Polygon, Shuhei Yoshida (o manda chuva de desenvolvimento de games da Sony) disse que o Vita deve contar com menos suporte de estúdios da Sony ao PSVita: o foco desses estúdios estaria principalmente no PS4 (sucesso estrondoso de mercado).
Segundo Shuhei, o Vita contaria basicamente com os jogos de estúdios independentes - principalmente jogos indie. Para aproveitar grandes jogos no sistema, ele sugere que a sua função de remote play atenderia (jogos de PS4 ali). Conta ainda com os jogos do PSNow - jogos de PS3 via Streaming, serviço que a Sony deve lançar em breve.
Quem gosta do Vita como eu ficou bem puto. É um sistema caro justamente porque é um portátil poderoso, parrudo, que aguenta grandes jogos. A postura que a Sony está adotando é que, basicamente, não teremos mais grandes jogos (ou teremos muito poucos). Tudo isso dois anos depois do lançamento do Vita.
É um chute no saco de quem gosta de uma boa experiência portátil e defende a existência do Vita.
COBRIR O MERCADO DE MASSA E DESCOBRIR O NICHO ENGAJADO - MICROSOFT E O XBOX ONE MANDAM UM ALÔ
Já ficou claro que o chamado Core Gamer não liga para portáteis. O grande mercado de portáteis está em jogos mais simples para telefone, ou em sistemas mais simples e baratos como o 3DS (um belo console, diga-se de passagem).
Nesse contexto, fica evidente que o Vita é um sistema de nicho, para uma parcela pequena de jogadores interessados em experiências mais complexas e com mais engajamento no sistema portátil.
Uma das coisas que dá raiva é que o Shuhei (um cara gente finíssima, diga-se de passagem - já vi várias entrevistas com ele) diz que o mercado de mobile é focado eme experiências simples, de 10 a 15 minutos. Com certeza esse não é o perfil de um cara que compra o Vita. Mas ele parece querer jogar o jogo de jogos de telefone. Tudo bem, tem muita grana ali - mas esquecer o perfil que abraçou a promessa inicial do Vita (experiências parrudas e portáteis) é sacanagem.
Nessas horas eu fico feliz com a Nintendo, que todo mundo critica por não olhar o mercado. A Nintendo continua criando experiências incríveis com as suas franquias nas suas plataformas.
O QUE FAZER? SENTAR E CHORAR
É frustrante ver essas mudanças de mercado: pela lógica da grana, os jogos tendem para o simples - assim eles conseguem abraçar o maior público possível.
No filme Indie Game (um belo filme, vale assistir no Netflix), o criador do Braid - Jonathan Blow - fala sobre isso: o trabalho dos grandes estúdios é arredondar toda e qualquer aresta mais provocante, aguda, afiada - pra que ninguém se incomode. É a mesma lógica que está sendo aplicada ao Vita, já que o foco em jogos complexos rendeu pouco mercado.
Respeito as movimentações de mercado e entendo que eles precisam se adequar. Mas não poderiam nunca parar de dar suporte ao Vita com grandes jogos.
Quem se dedica a games de um jeito mais intenso naturalmente vê essa movimentação com cara de merda.
Segue a matéria do IGN. Se tiver saco, dê uma lida nos comentários - tem discussões interessantíssimas acontecendo naquela comunidade sobre isso.
http://www.ign.com/articles/2014/06/18/sony-fewer-first-party-games-coming-for-ps-vita
Dois analógicos perfeitos para jogos de tiro, gráficos excelentes em alta definição, tela OLED com brilho e cores de cair o queixo, e o pedigree da Sony para trazer suas franquias para o vídeo-game.
O PSVita lançou com Uncharted, uma franquia espetacular. Com gráficos incríveis, o Vita provou desde o começo que seria capaz de nos oferecer experiências inacreditáveis em qualquer lugar.
LANÇAMENTO DIFÍCIL
Comprei o meu no lançamento, devorei Uncharted e alguns outros jogos (Mutant Blob Attack, Gravity Rush) e fiquei esfregando as mãos em antecipação pelo que mais o Vita teria para oferecer.
Depois desse lançamento bombástico, as coisas esfriaram. Os desenvolvedores ainda desconfiavam do Vita, e alguns jogos prometidos no seu lançamento começaram a dar sinais de que jamais sairiam - especialmente porque o Vita não vendeu bem. O exemplo clássico é o Bioshock para Vita, que foi engavetado depois que a 2K viu os números de venda de Vitas.
2 ANOS ACEITÁVEIS
Até aqui minha história com o Vita tinha sido tortuosa (poucos jogos que tiram proveito de todo o potencial do console), mas aceitável. Um jogo de peso é lançado aqui e acolá, principalmente da própria Sony: Killzone, Little Big Planet, Tearaway.
Alguns experimentos foram feitos com franquias terceirizadas como Borderlands 2 e Assassins Creed - com resultados apenas razoáveis para os desenvolvedores. O cenário parecia contar cada vez mais com a Sony para carregar a bandeira de jogos de peso - que teoricamente venderiam mais Vitas, e trariam os desenvolvedores de fora uma vez que tivéssemos volume.
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| Até hoje me impressiono com os gráficos de Killzone no PSVita. Capaz ele é |
E, nos intervalos entre esses jogos maiores, sempre tivemos bastante jogos independentes que preenchiam o vazio de grandes jogos do Vita.
O VITA É UM CONSOLE PS3 NA PALMA DA MÃO. OPS, MUDAMOS DE IDÉIA
Essa semana, em uma entrevista ao site Polygon, Shuhei Yoshida (o manda chuva de desenvolvimento de games da Sony) disse que o Vita deve contar com menos suporte de estúdios da Sony ao PSVita: o foco desses estúdios estaria principalmente no PS4 (sucesso estrondoso de mercado).
Segundo Shuhei, o Vita contaria basicamente com os jogos de estúdios independentes - principalmente jogos indie. Para aproveitar grandes jogos no sistema, ele sugere que a sua função de remote play atenderia (jogos de PS4 ali). Conta ainda com os jogos do PSNow - jogos de PS3 via Streaming, serviço que a Sony deve lançar em breve.
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| Last of Us é um dos jogos que poderá ser jogado no Vita quando PSNow for lançado. Enquanto isso, jogos nativos rodando no Vita vão sendo deixados de lado |
Quem gosta do Vita como eu ficou bem puto. É um sistema caro justamente porque é um portátil poderoso, parrudo, que aguenta grandes jogos. A postura que a Sony está adotando é que, basicamente, não teremos mais grandes jogos (ou teremos muito poucos). Tudo isso dois anos depois do lançamento do Vita.
É um chute no saco de quem gosta de uma boa experiência portátil e defende a existência do Vita.
COBRIR O MERCADO DE MASSA E DESCOBRIR O NICHO ENGAJADO - MICROSOFT E O XBOX ONE MANDAM UM ALÔ
Já ficou claro que o chamado Core Gamer não liga para portáteis. O grande mercado de portáteis está em jogos mais simples para telefone, ou em sistemas mais simples e baratos como o 3DS (um belo console, diga-se de passagem).
Nesse contexto, fica evidente que o Vita é um sistema de nicho, para uma parcela pequena de jogadores interessados em experiências mais complexas e com mais engajamento no sistema portátil.
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| Shuhei Yoshida já segurou um Vita com carinho. Saudades desse dia |
Uma das coisas que dá raiva é que o Shuhei (um cara gente finíssima, diga-se de passagem - já vi várias entrevistas com ele) diz que o mercado de mobile é focado eme experiências simples, de 10 a 15 minutos. Com certeza esse não é o perfil de um cara que compra o Vita. Mas ele parece querer jogar o jogo de jogos de telefone. Tudo bem, tem muita grana ali - mas esquecer o perfil que abraçou a promessa inicial do Vita (experiências parrudas e portáteis) é sacanagem.
Nessas horas eu fico feliz com a Nintendo, que todo mundo critica por não olhar o mercado. A Nintendo continua criando experiências incríveis com as suas franquias nas suas plataformas.
O QUE FAZER? SENTAR E CHORAR
É frustrante ver essas mudanças de mercado: pela lógica da grana, os jogos tendem para o simples - assim eles conseguem abraçar o maior público possível.
No filme Indie Game (um belo filme, vale assistir no Netflix), o criador do Braid - Jonathan Blow - fala sobre isso: o trabalho dos grandes estúdios é arredondar toda e qualquer aresta mais provocante, aguda, afiada - pra que ninguém se incomode. É a mesma lógica que está sendo aplicada ao Vita, já que o foco em jogos complexos rendeu pouco mercado.
Respeito as movimentações de mercado e entendo que eles precisam se adequar. Mas não poderiam nunca parar de dar suporte ao Vita com grandes jogos.
Quem se dedica a games de um jeito mais intenso naturalmente vê essa movimentação com cara de merda.
Segue a matéria do IGN. Se tiver saco, dê uma lida nos comentários - tem discussões interessantíssimas acontecendo naquela comunidade sobre isso.
http://www.ign.com/articles/2014/06/18/sony-fewer-first-party-games-coming-for-ps-vita
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Chile 2 x 0 Espanha
Se o nosso tema é diversão, não dá pra deixar passar essa: Chile venceu Espanha, e venceu bem. Pra não deixar dúvidas de que é mais time. Enfrentando Holanda ou Chile, Brasil vai ter que jogar bola pra ganhar nas oitavas.
O acontecido está sendo chamado de vexame, mas a verdade é que a Espanha pegou dois bons times - e foi superada pelos dois dentro de campo. Não adianta chorar.
A diversão é completa pela figura perdedora do Diego Costa, que foi convidado pelo Felipão a jogar pelo Brasil (afinal, é Brasileiro). Deu as costas pro Brasil e vestiu a camisa da Espanha. O final da história chega a ser piegas de tão moralista, mas ainda assim é bom.
É isso. Com todos os tropeços do Brasil e da FIFA na organização, o futebol sempre fala mais alto. A Copa do Mundo tem sido espetacular dentro de campo (exceto pelo clássico Itália e Inglaterra, em que o calor do norte claramente acabou com os jogadores e derrubou a qualidade do jogo).
O acontecido está sendo chamado de vexame, mas a verdade é que a Espanha pegou dois bons times - e foi superada pelos dois dentro de campo. Não adianta chorar.
A diversão é completa pela figura perdedora do Diego Costa, que foi convidado pelo Felipão a jogar pelo Brasil (afinal, é Brasileiro). Deu as costas pro Brasil e vestiu a camisa da Espanha. O final da história chega a ser piegas de tão moralista, mas ainda assim é bom.
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| Fué fué fué! |
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Comparação Grand Theft Auto 5 - PS4 vs PS3
Esse jogo já tinha um visual espetacular no PS3, mas dava pra ver que estava no limite do console.
Joguei muito esse jogo, e lembro que nas missões com o submarino (quando rola a transição entre fundo do mar e superfície) o PS3 quase fritava e os quadros por segundo iam pro vinagre.
Como já joguei muito GTA V (muito mesmo), ainda estou na dúvida se pego essa versão. Se saísse agora, enquanto temos pouca coisa pra jogar nos consoles novos, acho que abraçaria.
Depois de Outubro a coisa vai ficar mais concorrida, com Dragon Age e Far Cry. Enfim, é aguardar pra ver o que vai acontecer - mas que dá vontade de experimentar o GTA V de novo com esses gráficos, isso dá!
Vejam o trailer abaixo comparando a versão de PS3 e de PS4. Impressionante.
Joguei muito esse jogo, e lembro que nas missões com o submarino (quando rola a transição entre fundo do mar e superfície) o PS3 quase fritava e os quadros por segundo iam pro vinagre.
Como já joguei muito GTA V (muito mesmo), ainda estou na dúvida se pego essa versão. Se saísse agora, enquanto temos pouca coisa pra jogar nos consoles novos, acho que abraçaria.
Depois de Outubro a coisa vai ficar mais concorrida, com Dragon Age e Far Cry. Enfim, é aguardar pra ver o que vai acontecer - mas que dá vontade de experimentar o GTA V de novo com esses gráficos, isso dá!
Vejam o trailer abaixo comparando a versão de PS3 e de PS4. Impressionante.
Dica de quadrinhos - Battlefields, de Garth Ennis
Comprei a algumas semanas uns quadrinhos chamados Battlefields. A princípio chamou minha atenção pois achei que estava relacionado com o vídeo-game.
Quando vi que o escritor Garth Ennis estava a frente do projeto, me animei de vez. É um dos meus roteiristas favoritos de Quadrinhos - mais conhecido pela série Preacher, mas a minha favorita mesmo é Hitman.
Não há nenhuma surpresa em Battlefields: é muito, muito boa. Os temas são mais pesados e sérios do que Hitman e Preacher, mas retratados da forma coloquial e brilhante de sempre do Garth Ennis.
A franquia tem 3 séries e todas são excelentes. OS quadrinhos do Garth Ennis costumam ser ultra violentos, e ele atinge novas notas nesse. O que pra mim foi mais novidade foi o lado mais dramático - apesar de ser construído dentro do estilo direto, não rebuscado, que é tão bom do escritor irlandês.
Comprei numa promoção na Comixology, mas já acabou (pena que não consegui escrever antes sobre isso para deixar a dica gastando menos).
Não sei se esses quadrinhos vieram para o Brasil - espero que sim. O duro é lidar com as traduções - motivo pelo qual foi mais difícil eu me interessar por Preacher: com linguagem carregada de palavrões, claro que é uma tradução mais difícil. O duro é que, no processo, os textos traduzidos tendem a perder grande parte do estilo.
Conclusão: pode considerar o Garth Ennis como um selo sensacional, dificilmente vai errar com um quadrinho dele. Battlefields é mais um bom exemplo.
Quando vi que o escritor Garth Ennis estava a frente do projeto, me animei de vez. É um dos meus roteiristas favoritos de Quadrinhos - mais conhecido pela série Preacher, mas a minha favorita mesmo é Hitman.
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| Capa genérica me fez acreditar que era um quadrinhos genérico relacionado ao jogo Battlefield. Longe disso, longe disso. |
Não há nenhuma surpresa em Battlefields: é muito, muito boa. Os temas são mais pesados e sérios do que Hitman e Preacher, mas retratados da forma coloquial e brilhante de sempre do Garth Ennis.
A franquia tem 3 séries e todas são excelentes. OS quadrinhos do Garth Ennis costumam ser ultra violentos, e ele atinge novas notas nesse. O que pra mim foi mais novidade foi o lado mais dramático - apesar de ser construído dentro do estilo direto, não rebuscado, que é tão bom do escritor irlandês.
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| Hitman: balas, sangue e diversão |
Comprei numa promoção na Comixology, mas já acabou (pena que não consegui escrever antes sobre isso para deixar a dica gastando menos).
Não sei se esses quadrinhos vieram para o Brasil - espero que sim. O duro é lidar com as traduções - motivo pelo qual foi mais difícil eu me interessar por Preacher: com linguagem carregada de palavrões, claro que é uma tradução mais difícil. O duro é que, no processo, os textos traduzidos tendem a perder grande parte do estilo.
Conclusão: pode considerar o Garth Ennis como um selo sensacional, dificilmente vai errar com um quadrinho dele. Battlefields é mais um bom exemplo.
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