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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Menos jogos para Vita dos estúdios da Sony

Quem acompanha esse Blog sabe que sou um grande fã de jogos portáteis - e que o PSVita tem um lugar especial no meu coração.

Dois analógicos perfeitos para jogos de tiro, gráficos excelentes em alta definição, tela OLED com brilho e cores de cair o queixo, e o pedigree da Sony para trazer suas franquias para o vídeo-game.

O PSVita lançou com Uncharted, uma franquia espetacular. Com gráficos incríveis, o Vita provou desde o começo que seria capaz de nos oferecer experiências inacreditáveis em qualquer lugar.

Uncharted provou que o Vita era capaz de uma experiência espetacular. Desde o início sabia-se que os orçamentos magros de jogos portáteis dificilmente produziriam jogos tão bons. Restaria à Sony lançar jogos que provam a capacidade do Vita

LANÇAMENTO DIFÍCIL
Comprei o meu no lançamento, devorei Uncharted e alguns outros jogos (Mutant Blob Attack, Gravity Rush) e fiquei esfregando as mãos em antecipação pelo que mais o Vita teria para oferecer.

Ken Levine, gênio por trás da franquia Bioshock, nos prometeu um Bioshock para Vita. Com o desenvolvimento turbulento de Bioshock Infinite (que culminou com o fim do seu estúdio Irrational Games), é até previsível que o jogo nunca visse a luz do dia

Depois desse lançamento bombástico, as coisas esfriaram. Os desenvolvedores ainda desconfiavam do Vita, e alguns jogos prometidos no seu lançamento começaram a dar sinais de que jamais sairiam - especialmente porque o Vita não vendeu bem. O exemplo clássico é o Bioshock para Vita, que foi engavetado depois que a 2K viu os números de venda de Vitas.

2 ANOS ACEITÁVEIS
Até aqui minha história com o Vita tinha sido tortuosa (poucos jogos que tiram proveito de todo o potencial do console), mas aceitável. Um jogo de peso é lançado aqui e acolá, principalmente da própria Sony: Killzone, Little Big Planet, Tearaway.

Alguns experimentos foram feitos com franquias terceirizadas como Borderlands 2 e Assassins Creed - com resultados apenas razoáveis para os desenvolvedores. O cenário parecia contar cada vez mais com a Sony para carregar a bandeira de jogos de peso - que teoricamente venderiam mais Vitas, e trariam os desenvolvedores de fora uma vez que tivéssemos volume.

Até hoje me impressiono com os gráficos de Killzone no PSVita. Capaz ele é

E, nos intervalos entre esses jogos maiores, sempre tivemos bastante jogos independentes que preenchiam o vazio de grandes jogos do Vita.

O VITA É UM CONSOLE PS3 NA PALMA DA MÃO. OPS, MUDAMOS DE IDÉIA
Essa semana, em uma entrevista ao site Polygon, Shuhei Yoshida (o manda chuva de desenvolvimento de games da Sony) disse que o Vita deve contar com menos suporte de estúdios da Sony ao PSVita: o foco desses estúdios estaria principalmente no PS4 (sucesso estrondoso de mercado).

Segundo Shuhei, o Vita contaria basicamente com os jogos de estúdios independentes - principalmente jogos indie. Para aproveitar grandes jogos no sistema, ele sugere que a sua função de remote play atenderia (jogos de PS4 ali). Conta ainda com os jogos do PSNow - jogos de PS3 via Streaming, serviço que a Sony deve lançar em breve.

Last of Us é um dos jogos que poderá ser jogado no Vita quando PSNow for lançado. Enquanto isso, jogos nativos rodando no Vita vão sendo deixados de lado

Quem gosta do Vita como eu ficou bem puto. É um sistema caro justamente porque é um portátil poderoso, parrudo, que aguenta grandes jogos. A postura que a Sony está adotando é que, basicamente, não teremos mais grandes jogos (ou teremos muito poucos). Tudo isso dois anos depois do lançamento do Vita.

É um chute no saco de quem gosta de uma boa experiência portátil e defende a existência do Vita.

COBRIR O MERCADO DE MASSA E DESCOBRIR O NICHO ENGAJADO - MICROSOFT E O XBOX ONE MANDAM UM ALÔ
Já ficou claro que o chamado Core Gamer não liga para portáteis. O grande mercado de portáteis está em jogos mais simples para telefone, ou em sistemas mais simples e baratos como o 3DS (um belo console, diga-se de passagem).

Nesse contexto, fica evidente que o Vita é um sistema de nicho, para uma parcela pequena de jogadores interessados em experiências mais complexas e com mais engajamento no sistema portátil.

Shuhei Yoshida já segurou um Vita com carinho. Saudades desse dia

Uma das coisas que dá raiva é que o Shuhei (um cara gente finíssima, diga-se de passagem - já vi várias entrevistas com ele) diz que o mercado de mobile é focado eme experiências simples, de 10 a 15 minutos. Com certeza esse não é o perfil de um cara que compra o Vita. Mas ele parece querer jogar o jogo de jogos de telefone. Tudo bem, tem muita grana ali - mas esquecer o perfil que abraçou a promessa inicial do Vita (experiências parrudas e portáteis) é sacanagem.

Nessas horas eu fico feliz com a Nintendo, que todo mundo critica por não olhar o mercado. A Nintendo continua criando experiências incríveis com as suas franquias nas suas plataformas.

O QUE FAZER? SENTAR E CHORAR
É frustrante ver essas mudanças de mercado: pela lógica da grana, os jogos tendem para o simples - assim eles conseguem abraçar o maior público possível.

No filme Indie Game (um belo filme, vale assistir no Netflix), o criador do Braid - Jonathan Blow - fala sobre isso: o trabalho dos grandes estúdios é arredondar toda e qualquer aresta mais provocante, aguda, afiada - pra que ninguém se incomode. É a mesma lógica que está sendo aplicada ao Vita, já que o foco em jogos complexos rendeu pouco mercado.

Thomas was Alone é um jogo independente espetacular, mas os cenários são minimalistas e os personagens são quadrados coloridos. Tenho que escolher entre jogos assim e jogos 3A como Uncharted? O Vita é capaz de rodar os dois e merece os dois

Respeito as movimentações de mercado e entendo que eles precisam se adequar. Mas não poderiam nunca parar de dar suporte ao Vita com grandes jogos.

Quem se dedica a games de um jeito mais intenso naturalmente vê essa movimentação com cara de merda.

Segue a matéria do IGN. Se tiver saco, dê uma lida nos comentários - tem discussões interessantíssimas acontecendo naquela comunidade sobre isso.

http://www.ign.com/articles/2014/06/18/sony-fewer-first-party-games-coming-for-ps-vita

domingo, 15 de junho de 2014

PlayStation VITA: Borderlands 2 Review HD

Achei essa boa análise em vídeo do Borderlands no PSVita. Aliás, esse cara faz uns vídeos razoáveis de Vita. Só não recomendo totalmente porque ele é um cara novo e meio bobo - tem uns vídeos constrangedores.

Mas essa análise está ótima. Estou postando aqui como completemnto à minha porque, não sei como, esse cara faz uma captura perfeita dos gráficos de Borderlands no Vita.

Cuidado: essas imagens ficam mais bonitas no Vita do que o que você vai ver (na tela grande do computador pode dar a impressão de gráficos mais simples, mas na experiência real essa diferença é menos perceptível).

Lembro de ver a mesma coisa quando joguei Resistance e God of War no PSP: vendo filmagens no computador os gráficos pareciam apenas razoáveis, na telinha eram excelentes.


sábado, 14 de junho de 2014

Análise Borderlands 2 - PSVita

Já estou a duas semanas jogando Borderlands 2 no PSVita. Decidi comprar o jogo, apesar de as primeiras análises terem sido bem negativas, porque sou um grande fã de Borderlands.

Já tinha jogado Borderlands 2, e o jogo continua fantástico. O ambiente, os personagens, a jogabilidade profunda que as nuances de cada classe oferecem... tudo constrói um belíssimo jogo de tiro com RPG, meus dois tipos de jogos favoritos.

Bom jogo, boa história, bons gráficos: 3A em todos os aspectos

Ter tudo isso num portátil é incrível. Sei que portar jogos do console nem sempre funciona, mas confesso que esses jogos 3A acabam tendo um nível de atenção aos detalhes que são bem-vindos numa plataforma carente como o Vita.

Desde quests opcionais altamente divertidas até ficar escutando notícias em algum radinho espalhado pelo mundo são exemplos de cuidado que você dificilmente vai encontrar em jogos portáteis.

A transição para o Vita acontece de forma satisfatória, mas não perfeita.

Os gráficos continuam bonitos e atraentes no Vita, ainda que algumas vezes o texto, que não foi escalonado para a telinta, seja difícil de ler. Alguns detalhes foram deixados de fora, mas nada que altere o impacto visual do jogo na telinha do Vita.

Os controles também funcionam, com alguns comandos na traseira do Vita que funcionam, para minha surpresa, muito bem. Um toque do lado esquerdo faz seu personagem correr, e do lado direito aplica o golpe corpo a corpo. Muita gere reclamou desses comandos, não tive problemas com eles.



Mirar e atirar com dois analógicos funciona direitinho, só precisei ajustar um pouco a sensibilidade dos controles (aumentei uns 3 pontinhos para virar mais rápido).

A parte mais delicada, realmente, é a performance. O jogo sofre com framerate durante algumas batalhas, e os tempos para carregar os mapas é razoável (mas não horrível - ainda é melhor do que Fallout no PS3, por exemplo).

O framerate não chega a atrapalhar, mas é algo que te lembra que você não está tendo a experiência ideal com o game. Em raras ocasiões (em 30 horas de jogo no Vita, aconteceu 3 vezes) cheguei a ficar desorientado por culpa disso. Incômodo, mas não chega incomodar por ser muito eventual.

Sendo um jogador no PC, sempre soube que algumas vezes a comodidade fala mais alto do que a qualidade/ performance. Digo isso tranquilamente porque tenho um baita PC de jogos em casa, mas já joguei muito Half Life 2, Civilization V e Borderlands 2 num Macbook Air durante viagens.

Não eram performances perfeitas, longe disso, mas eram formas totalmente legítimas de diversão dentro do contexto de comodidade.

Já joguei Borderlands 2 com baixo FPS: ainda vale a pena

Por isso, quando comparo Borderlands 2 com a experiência que tive pela primeira vez (jogando num bom PC com todos os settings no máximo), sei que é uma experiência inferior. Mas acho essa uma comparação injusta.

Acho que a comparação justa é com minha experiência num Macbook Air. Nesse ponto, os jogos têm performances muito parecidas - sendo que o Vita é superior por ser menor, mais leve, e com controles melhor resolvidos (dá pra jogar na cama, o que não consigo com o notebook).

Minha conclusão é que, como qualquer situação como essa, a troca de performance por qualidade só se justifica se você tem em seu dia a dia momentos que pedem maior comodidade.

Você está fazendo errado

Não faz sentido jogar Borderlands 2 no Vita ao lado do seu PC ou PS3, mas é uma ótima pedida para quem tem uma rotina mais imprevisível como eu (viagens que me tiram do conforto de casa são legais no começo da carreira, hoje o que me mantém são tanto tempo longe de casa são os portáteis).

Resumindo, o que eles estão nos oferecendo é:
Prós:
- Um jogo ambicioso, uma legítima experiência 3A, num formato portátil
- Gráficos ainda bonitos, bela história, mecânica de jogo complexa pelos elementos de RPG
- Várias horas de diversão
- Jogar onde quiser - cama, banheiro, viagens
- Esquema de controle razoavelmente bem resolvido dentro das limitações do Vita
- Bom preço pelo que vem no pacote (personagens e DLC extras estão incluídos)
- Integração com PS3 através do Cross Save (pode continuar seu jogo no PS3 e voltar pro Vita). Considerando que Borderlands 2 está de graça para assinantes de PS+, a proposta de valor é incrível

Contras:
- Contagem de quadros por segundo cai nos momentos de muita ação
- Gráficos simplificados
- Menos inimigos em ação simultaneamente

Pra mim, a experiência é totalmente compensadora. O jogo é ótimo, e essa versão merece ser jogada - desde que existam situações em sua vida que peçam a comodidade de um portátil, claro.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Injustice: gods among us, Mortal Kombat e jogos que para quem não gosta do gênero

Vivo reclamando de jogos que são simplificados, e da ausência de alternativas mais hardcore dos meus gêneros favoritos - principalmente RPG e jogos de estratégia. Gosto de jogos de tiro e ação, mas esses estão bem representados.

Muito bem, a muito tempo eu não ligava para jogos de luta. Joguei muito Street Fighter 2 no Super Nintendo e fliperamas, e um pouco de Tekken no PS2.

SF2 no Super Nintendo: haduken!

No lançamento do Vita, tentando achar um jogo 3A que se encaixasse comigo, a grande surpresa foi Mortal Kombat. Acabei me engajando com a história e, querendo ver o final, fui aprendendo a jogar até me tornar um lutador razoável. Essa semana viciei no Injustice: Gods among us.

Eles conseguiram me ensinar a brincar com jogos de luta mais hardcore, o que acho um grande feito.

E, uma vez que você domina a base do jogo, percebe o quanto é divertido. Aprendendo apenas alguns comandos você passa a observar o equilíbrio e nível de precisão que está por trás desses jogos. Ataques à distância que forçam o oponente a se movimentar, ataques especiais que causam bastante dano e ataques rápidos que 'quebram' a defesa ou um golpe mais elaborado que o adversário esteja preparando.

Gráficos decentes, jogo rápido e fluido: bom port para o Vita


Não sei se, no processo, eles tiveram que simplificar o jogo de alguma forma. Fico curioso pra saber se isso incomoda os jogadores tradicionais de jogos de luta, da mesma forma que me incomodo quando vejo os RPGs virando jogos de ação para atingir um público maior.

De qualquer forma, acho que o trunfo para me engajar nesses dois jogos foi a história (mesmo a história do Mortal Kombat sendo mais simples, ainda foi o bastante para me segurar durante toda a campanha). A história do Injustice, com os heróis da DC, é bem mais interessante.

Gostaria de ver o mesmo processo sendo aplicado a outras franquias que já estiveram nos ringues de jogos de luta. Que tal um jogo de luta com uma trama estrelando os heróis da Marvel, os personagens de Star Wars ou mesmo os personagens da Sony no Sony All-Stars: Battle Royale. Já pensou?

O Super Homem do universo alternativo está à solta e mal intencionado. E agora?

Não tenho idéia do quão caro ou complexo é trazer esse contexto de cutscenes para os jogos de luta, mas sendo uma convenção tão antiga em outros jogos imagino que seja possível de acontecer.

Conclusão
Injustice: Gods among us pode ser achado por um preço razoavelmente barato no PSVita, e oferece várias horas de boa diversão. Mesmo que você não seja um grande fã de jogos de luta, pode ser que se surpreenda.

- Bom divertimento

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Análise Console Saga - jogo para PSM (Play Station Mobile)

Console Saga é mais um jogo de um cara chamado Thomas Hopper que, pelo que entendo, cria seus jogos sozinho para plataformas mais simples como o Play Station Mobile.

Acompanho o trabalho dele desde que joguei o excelente Out of Mind, um jogo de plataforma com tema meio perturbado e com ótimo design de fases. Esse também está disponível na PSM.

No Out of Mind você joga com esse gordinho

O Console Saga segue a mesma linha: é um jogo de plataforma, mas mais rápido e mais interessante. Os controles são mais precisos e você conta com dois poderes - tiro e um 'gancho' para se balançar pelas fases e plataformas.

Ação com a arminha e referências de Sonic e Mario Bross pra todo lado

É um jogo de visual simples e retrô, como todos os demais do Thomas Hopper. Cada fase é repleta de colecionáveis e segredos em áreas de acesso mais difícil. A música é estimulante, adequada para o estilo de jogo - ainda que seja um pouco repetitiva (você sente isso nas fases mais longas).

O design de jogo usa muito o modelo de risco/ recompensa, que me agrada bastante. Ele tem  colecionáveis em áreas bem difíceis, mas não chega a ter dificuldade proibitiva ou frustrante demais para atravessar a fase. É aquele estilo de jogo que te permite, até certo ponto, ajustar o nível de desafio - se quiser pegar os colecionáveis, vai ter que ralar mais.

Ação com o gancho

Mas não se engane: o design de jogo é oldschool. O jogo não te dá moleza. E se você perder todas as vidas (a bateria no topo da tela), vai ver a telinha de Game Over (o texto nesse caso é - Dead) e ter que começar a fase de novo. Bom desafio.

Como ponto negativo, posso dizer que a história é muito, muito simplista. Basicamente, você é um Game Boy coletando partes de código de jogo. Não me incomoda, pois o barato do jogo são as mecânicas bem azeitadas de plataforma - quase no nível de precisão de Super Meat Boy. Quase.

Os saltos podem ser um pouco imprecisos quando você está balançando com seu gancho/ corda/ teia do homem-aranha, e a câmera se desloca pro lado que você olha causando um pouco de confusão nos momentos de ação mais intensa.

Considerando tudo, o jogo é excelente. Mais do que isso, é um estilo de jogo que você não vai achar em muitos outros lugares - se gosta de jogos de plataforma com um bom nível de desafio, esse vale a pena.



Gostaria de ver Out of Mind e Console Saga como jogos de Vita para ter acesso a troféus, cheguei a mandar um e-mail pro cara incentivando o pulo mas ele disse que não tem planos para isso - pelo menos por enquanto.

Peguei esse jogo no lançamento, mas agora já joguei o bastante para ter uma opinião mais sólida. Vale a pena.

Dois alertas:
1. Não pegue esses jogos se pretende jogar num telefone celular (os telefones Xperia da Sony dão acesso à PSM), a não ser que você tenha algum tipo de controle físico para o jogo. Ele requer muita precisão para jogar na tela - principalmente o Console Saga. No Vita, funciona muito bem.

2. Cuidado, nem todos os jogos do Thomas Hopper são excelentes. Cheguei a ver um sobre um cara correndo na praia que achei medonho. Mas acompanho o que o cara faz, considero que ele tem os melhores jogos disponíveis para PSM.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Hitman Go, FTL e Child of Light: jogos por turno = boa diversão

Abril está sendo um mês devagar para jogos. Não lembro de nada muito grande chegando.

Nesse contexto, minha atenção tem se voltado para as plataformas portáteis. Por ali tem muita coisa legal chegando.

Destaque para o iPad: essa semana peguei o espetacular FTL. É um roguelike espacial altamente viciante, além de complexo e difícil. Já tinha jogado muito no PC, e essa semana perdi uma noite de sono com a brincadeira no iPad.

iPad é cada vez mais forte para jogos de estratégia: Civ Revolution, XCom e agora FTL. O dia que Dungeons  of Dredmor chegar no iPad eu me rendo e nunca mais reclamo de ser uma plataforma casual


Semana que vem chega um jogo que me deixou bem curioso: Hitman Go, com mecânica de stealth/ furtiva por turnos. To bem ansioso pra ver como vai funcionar. Vai ser lançado pra iOS e para Android num segundo momento.

Jogo por turno + Stealth: pode ser bom


E no finzinho do mês, dia 30, chega para PSVita (além de outras plataformas) o Child of Light. Como minha preferência é sempre pelo portátil, estou colocando esse jogo na cesta dos portáteis.

O visual do Child of Light é lindo. Usa o engine UbiArt, mesmo que foi usado para os ótimos jogos do Rayman

Esse é um RPG com mecânica clássica e arte bem bonita. O último jogo do diretor desse RPG foi o Far Cry 3 - a melhor coisa que joguei na telona ano passado. Expectativa líder!

Vale tirar o chapéu para a Ubisoft. Já é o meu desenvolvedor favorito de games a alguns anos.

Enquanto isso, tenho jogado muito Fire Emblem no 3DS. Esse é uma obra prima até o momento, merece uma análise mais profunda depois - quero escrever assim que terminar o jogo.

Acho que a conclusão desse post é que jogos por turno estão em alta na minha lista.

- Bom divertimento

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Primeiras análises da Fire TV

Estão saindo as primeiras análises da Fire TV que a Amazon lançou recentemente.

Pra encurtar, parece fazer a mesma coisa que todas as outras com pequenas diferenças:

:-)
- Busca por voz no controle remoto funciona direitinho
- Performance razoável para jogos (roda Minecraft)


:-(
- Não tem HBO Go
- Não tem wi-fi (essa doeu)


A maioria dos reviews são positivos, mas não achei grande coisa

Meu veredicto: passada a curiosidade inicial, não vi nada que despertasse meu interesse. Algum jogo matador poderia mudar isso, mas não acho provável que algum chegue logo.

Será que algum dia o Vita TV vem pro Ocidente? Eu compraria um desses ao invés do Fire TV num piscar de olhos.


Um desse pra levar em viagens mais longas seria sensacional. Hoje tenho que levar uma mochila só pro PS3 se quiser jogar com meus sobrinhos do interior

O Vita TV também custa 99 dólares, tem os aplicativos de mídia (Netflix, YouTube)... mas só tem no Japão e só roda jogo Japonês. É travado por região, então não dá nem pra importar um. Quem sabe isso não muda mais pra frente?

Borderlands 2 para Vita está chegando

Logo mais vai dar pra jogar Borderlands 2 para vita, com direito a cross save (compartilhar o arquivo salvo entre PS3 e Vita - começa no PS3 e continua no Vita).

Já terminei esse jogo no PC e no PS3, estou pronto para uma terceira rodada. Estava aguardando ansioso pela chegada dessa versão portátil do jogo, que mistura as minhas 3 características preferidas no mundo dos jogos  -tiro, RPG e portátil.

Os primeiros relatos eram preocupantes: quem viu a performance inicial do jogo mencionou graves problemas - jogo travando, engasgando, com framerate bem baixo quando a ação começava ficava mais intensa.

Uma versão melhorada do jogo foi mostrada novamente, e parece que há motivo para otimismo: framerate girando em torno de 30 quadros por segundo, o que é bem aceitável. O maior problema relatado é o longo tempo para carregar os cenários, o que é desagradável mas aceitável.

Segue o link para o Preview de Borderlands 2 rodando no Vita.

http://www.ign.com/videos/2014/04/08/your-first-look-at-borderlands-2-on-ps-vita

Algumas dificuldades com os controles ainda são mencionadas (uso da tela e do painel de toque traseiro para compensar o fato que o Vita tem menos botões). Esses recursos nem sempre funcionam muito bem, mas a boa notícia é que os controles podem ser personalizados de acordo com a preferência de cada jogador.

A previsão é que o jogo seja lançado no meio do mês que vem, dia 13 de maio.

sábado, 8 de março de 2014

Review Batman: Arkham Origins Blackgate para PSVita

Arkham Origins Blackgate traz uma abordagem nova para o universo Arkham e representa uma boa tradução dos jogos de console para a experiência portátil.


APRESENTAÇÃO:
Joguei no Vita, e gráficos e texturas são bonitos. Também gostei da interpretação dos atores, e apesar de a história ter sido alvo de várias críticas, achei decente.

O visual é fiel ao estilo da série Arkham, com predomínio de tons sombrios

As cutscenes desenhadas a mão ficaram lindas na tela OLED do Vida, e acrescentaram uma personalidade própria para o jogo.






JOGABILIDADE:
As lutas são bem divertidas, seguindo o mesmo estilo dos consoles - só que na perspectiva 2D. Não tem a mesma profundidade do console, e o desafio é um pouco menor - você ataca e defende para esquerda ou direita. Mas é uma parte bem resolvida do jogo, pois captura a essência do ótimo sistema de lutas do Batman.



Combate seguem o estilo de equilíbrio entre ataque e defesa, e mantém a essência testada e aprovada da séria

A maior crítica que o jogo recebeu se relaciona à exploração dos ambientes. O mapa funciona no esquema 2,5D, o que adiciona um nível de desafio (e frustração nos momentos finais do jogo).



A QUESTÃO DA NAVEGAÇÃO
A navegação acontece como em qualquer jogo 2D, em que você atravessa corredores no estilo Metroidvania. A diferença é que, nesses corredores, você pode se deparar com portas ou dutos de ventilação no fundo da tela. Ou seja, na prática o mapa é em 3D (mesmo que você só possa sair do corredor nesse pontos de intersecção).



A navegação vai se tornando mais complexa a medida que o jogo avança

Navegar em mapas 2,5D requer alguma adaptação, mas jogadores de vídeo-game são espertos o bastante para conseguir decifrar. O problema é que nos momentos finais do jogo, em que você precisa atravessar grandes áreas vazias do mapa (inimigos derrotados não regeneram), o ritmo do jogo fica mais lento. A cada tela você precisa acessar o mapa para entender onde aquele duto ou corredor vai te levar.


Uma versão para console com gráficos e texturas aprimoradas vai ser lançada em breve, onde eles adicionaram um sistema de dicas para facilitar a navegação. Quem sabe não trazem essa atualização para o jogo de Vita e 3DS?


MODO DETETIVE
Pela complexidade da navegação e pela constante descoberta de caminhos secretos, usar o modo detetive é essencial. Essa crítica também pode ser feita para os games de console (me incomodei um pouco com a navegação do Arkham City em particular). Mas sendo um fã da série desde o primeiro jogo, acho que é mais uma característica da séria Arkham do que um problema da versão portátil.





Essa necessidade de usar o modo detetive acaba sendo uma questão de gosto. Gosto de pensar que a prisão é cheia de segredos, mas poderia ter sido melhor manter o caminho principal do jogo mais evidente: alguns caminhos essenciais para avançar a história são bem escondidos e só podem ser encontrados com o uso meticuloso do Modo Detetive.



CONCLUSÃO:
Me diverti bastante com o jogo. Navegar pela vasta prisão Blackgate enquanto constantemente descobria novos bat-equipamentos fez com que fosse um daqueles jogos difíceis de largar.


O jogo se beneficiaria com um processo de navegação mais simples, pelo menos para atravessar o caminho da história principal (não me importo com conteúdo opcional bem escondido). Isso impediria aquela sensação frustrante de travar de vez em quando - coisa que provavelmente acontecerá com você em algum momento.

Até o Coringa do filme tem um cartãozinho para ser achado

Ainda assim, é o tipo de jogo que espero ver mais no Vita - versões diferentes que tiram melhor proveito do sistema ao invés de jogos antigos portados do PS3 ou outras plataformas.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Os portáteis da minha vida

Sempre fui um entusiasta dos consoles portáteis. Aqui vai um longo post sobre esse mundo.

Desde os primeiros joguinhos digitais, sempre fez sentido para mim poder sentar em qualquer canto e matar algumas horas com jogos portáteis - por mais simples que fossem.

Até hoje não sei como esses jogos foram parar em casa

UNIDOS PELAS CIRCUNSTÂNCIAS
Nessa época eu ainda morava com meus outros 5 irmãos em uma casa com 2 TVs. Tínhamos o Atari (e um Telejogo encostado), mas nem sempre podíamos jogar pela simples competição de tempo nas TVs. Pior: sendo o filho caçula, eu sempre era o último da fila para jogar. Meus irmãos acumulavam récordes em longas partidas de River Raid enquanto eu me espatifava nas primeiras curvas, para felicidade de todos.

Aqueles joguinhos digitais eram minha válvula de escape. Apesar da simplicidade, eu podia jogar sem interrupção pelo tempo que quisesse - até virar um mestre nos jogos mais bestas.


CASAMENTO FELIZ
Tive vontade de ter um portátil novamente bem mais tarde, quando comecei a viajar bastante a trabalho. Comprei um nintendo DS e fiquei impressionado com a evolução dos jogos. Castlevania, Zelda e Call of Duty (primeiro FPS que me enganchou) eram os destaques.

Quando lançaram GTA de DS, fiquei viciado. Foi quando comecei a refletir sobre o tempo que eu estava colocando no DS, mesmo quando estava em casa.

Pouco depois acabei comprando um PSP usado. Fiquei bobo de ver o que ele fazia.

Você foi feito pra mim. Levei meu PSP na minha lua de mel

Sendo fã de Star Wars, joguei muito Force Unleashed e Battlefront. Antes de Call of Duty no PS3, Star Wars Battlefront foi o primeiro jogo online que joguei à exaustão. Cheguei num nível em que era temido nos servidores online pela maestria na pilotagem de caças espaciais.


SOLUÇÃO PRA TUDO
Nessa época, achei que não precisaria nunca mais de um console. Comprei um cabo para ligar o PSP na TV e pronto. Tinha um baita brinquedo na mão, que podia levar pra todo lugar, com uma biblioteca sensacional de jogos. Vendi o DS e o PS2 e achei que tinha a solução definitiva de entretenimento nas mãos.

Com ele, nunca mais precisaria de outro eletrônico para jogos. Quantas vezes já fiz essa promessa pra mim mesmo?

Essa percepção mudou um pouco com a chegada do iPad. O iPad é uma solução mais completa (jogos, filmes, música, quadrinhos e web). Mas nunca foi a mesma coisa. Quando o assunto é game, a oferta dos tablets sempre foi inferior.

Cheguei a ligar um Motorola Xoom na TV e conectar com um controle de PS3 para jogar aqueles joguinhos mixurucas na telona. Parecia promissor, insisti bastante nessa possibilidade. Mas acabei sendo vencido pelo trabalho que dava para armar aquela aberração. Muito ônus pra pouco bônus.


INSISTINDO NO ERRO
Depois disso ainda comprei um Xperia Play (o PSPhone). Não me culpem: nessa época, os jogos de telefone ganhavam todos os holofotes. Foi quando jogos como Plants VS Zombies, Cut the Rope e World of Goo apontaram para o potencial da plataforma junto ao mercado 'hardcore'.

Apesar de ter alguns bons jogos, Xperia Play foi um fracasso de mercado


A Sony parecia estar no caminho certo, e talvez filosoficamente estivesse. Mas era um telefone caro demais. Foi um fracasso de mercado que não teve suporte de desenvolvedores. O meu serviu para uns 3 jogos, e depois virou uma máquina de emuladores de Super Nintendo e Game Boy Advance.

Não foi um desperdício total, pois ainda me serviu como telefone por um ano. Mas com certeza foi bem aquém do potencial, e sei que deu um bom prejuízo para a Sony.


FINALMENTE ACHEI O MEU PORTÁTIL
Obviamente fiquei entusiasmado quando anunciaram o PSVita e peguei assim que foi lançado no Brasil. Parecia, de novo, a solução definitiva de entretenimento - com capacidade para jogos impressionantes, e com interface que flerta com o mundo mobile (tela touch).

Teoricamente, isso permitiria ao PSVita desfrutar do mercado hardcore sem deixar de lado os games casuais que poderiam matar o mercado de portáteis.

Na prática, gostei muito do Vita. Ele é matador para jogos, com uma biblioteca incrível de jogos de PSP e de Vita. Se aproxima um pouco do mundo dos Tablets na medida que algumas funções multimídia - Netflix e YouTube são os principais.

É de longe o eletrônico que mais uso para me divertir, e a equação [dinheiro gasto / horas de diversão] deve estar nos centavos. Não passo um dia sem brincar com ele.

Mesmo assim, o PSVita está fracassando no mercado. Existem muitas discussões sobre esse tema, mas vejo dois problemas principais:


PROBLEMA 1: AINDA IMPROVISANDO
Aprendi uma coisa no mundo dos eletrônicos: não adianta querer ser tudo para todas as pessoas. Isso geralmente termina em fracasso. Vejam o que está acontecendo com o Windows 8 e a tentativa de ser Tablet e PC ao mesmo temo.

Parece uma boa idéia, mas não é


O PSVita tenta ser uma coisa parecida com Tablet, mas o seu aspecto multimídia é fraco. Os filmes da PSStore não podem ser comprados no Brasil. Até dá para converter DVDs e colocar nele. Na prática dá trabalho - acabo usando o iPad para isso.

O navegador de internet é bem ruim, e ele não tem apps para quadrinhos ou livros. Não me importo com nada disso, mas a pergunta é: para que investir energia em algo que só vai frustrar os usuários?

Se o Vita tem essas funções filmes e navegador de internet, não há desculpa para que não funcione bem nos dias de hoje.


PROBLEMA 2: MOSCA BRANCA
A quantidade de pessoas como eu, que ainda se importa com portáteis, é insignificante. Mais preocupante que isso, é um mercado insuficiente para justificar investimentos em consoles e jogos dessa natureza.

O consenso na indústria de games é que os portáteis estão morrendo, perdendo espaço para jogos de celular.

Vencedores nunca saem de moda

Com as vendas decepcionantes do Vita, hoje (dois anos depois do lançamento) existe grande dificuldade para conseguir suporte dos grandes selos como EA, Activision, Rockstar e Ubisoft.

Sendo teimoso, ainda me pergunto: como alguém pode comparar um bom jogo de iPad com um bom jogo de Vita ou 3DS? Acho que Uncharted: Golden Abiss e Mario Kart são mil vezes melhores do que qualquer jogo de plataforma mobile.


FUTURO SOMBIO? SEM CHANCE
Acho que os games portáteis estão em uma fase de transição. E mais, acho que essas dificuldades vão ser importantes para o amadurecimento das plataformas.

Acho que é uma situação parecida com a evolução do PS3 para PS4: o relativo fracasso do PS3 (principalmente nos Estados Unidos) fez com que a Sony revisse várias políticas internas e o resultado disso foi o PS4 - que está dominando o mercado, tendo anunciado 6 milhões de unidades vendidas essa semana.

Aprendendo com a surra


Acho que o mercado como um todo, e a Sony em particular, precisa dessa sacudida se quiser se posicionar no mercado de forma competitiva. Se esse mercado tem alguma chance de crescer e oferecer jogos de primeira (como é a proposta inicial do Vita), vai ter que se adaptar mais rápido.


QUAL O CAMINHO? O CHUTE É LIVRE
Mesmo sem ninguém ter perguntado, vou dar meus pitacos.

Não tenho certeza de que o futuro dos portáteis está nas mãos da Sony ou da Nintendo. Empresas japonesas são lentas para se adaptar. As novidades mais interessantes podem vir da Apple, Microsoft, ou mesmo do Google. Não importa, desde que os controles sejam físicos (não apenas touchscreen).

Como já tenho o Vita e gosto bastante dele, segue minha lista de sugestões para que ele fique mais legal:
1. Posicionamento: desde o PSP, a Sony adota um posicionamento que promete experiência de consoles na palma da mão. É um overpromise que invariavelmente frustra a base de usuários. Os reviews de jogos de PSVita tendem a compará-los com consoles, baixando a nota dos games no Metacritics. Os jogos de 3DS não vivem esse problema, mesmo sendo graficamente mais simples

2. Mais memória: se o Vita se aproxima de Tablets no quesito Multimídia - e tem jogos muito mais pesados e complexos do que os do iPad - precisa de memória de sobra. O recente lançamento do cartão de 60G é um bom passo, mas acho que começa a ficar bom com 120G. O preço abusivo do cartão obviamente precisa ser revisto

3. Mais multimídia: as ferramentas multimídia têm que funcionar. Um bom browser é tão básico quanto o segundo analógico

4. Mais shooters: a principal razão de ser do Vita é o segundo analógico para controlar câmera e a mira em jogos de tiro em primeira pessoa.

Em 2 anos, o Vita recebeu apenas 3 jogos. Um ruim (Call of Duty), um medíocre (Resistance) e um bom (Killzone). De que adianta o segundo analógico sem os jogos de tiro?

5. Preço: Acho que o PSVita pode cobrar um premmium pelo seu conteúdo. É um brinquedo incrível. Mas essa diferença precisa ser melhor medida. Cartão de memória de 30 gigas a 200 reais e Angry Birds a 30 dólares é um tiro no próprio pé

6. Facilidade de programação => mais apps: o Playstation Mobile parece ser uma iniciativa interessante, sendo fundamentalmente uma ferramenta fácil e barata para se programar. Se a Sony quer receber profusão de jogos, ela tem que saber que muitos serão 'portados' do iOS. Já que é assim, é melhor tornar esse processo mais fácil possível. Com a evolução rápida daquela plataforma, o Vita estaria muito bem servido recebendo jogos como Civilization Revolution, X-Com. Isso sem falar em alguns bons shooters como Modern Combat, que se encaixariam perfeitamente no Vita

7. Triple A minúsculo: Está claro que jogos triple A/ AAA como Killzone e Uncharted para Vita só podem ser desenvolvidos pela própria Sony, e dificilmente justificam o investimento de tempo e dinheiro. Funcionam apenas como chamariz para a plataforma. Existe um conceito novo de jogos aaa (vamos chamar de triple A minúsculo): são jogos ambiciosos, mas com orçamentos mais modestos. Já existem bons exemplos de jogos assim como Deus Ex para iOS e Android

AINDA NÃO ACABOU?
A conclusão desse post enorme é que jogos portáteis são sensacionais. Poucas coisas são mais gratificantes do que se divertir na hora do cocô.

O Vita matou a charada dos portáteis em termos de hardware: tem um ótimo mix de controles e capacidade gráfica. E hoje ainda está a um preço bem atraente. O problema do Vita está no Software.

É compreensível que a Sony não queria investir muito mais numa plataforma problemática como o Vita, ainda mais diante das dificuldades financeiras que a empresa atravessa. Mesmo assim, fico aqui torcendo para que alguém continue carregando a bandeira dos games portáteis.

CÂMBIO FINAL